To see a world in a grain of sand
And heaven in a wild flower
Hold infinity in the palm of your hand
And eternity in an hour. William blake
Thursday, October 29, 2009
Monday, October 12, 2009
Monday, September 28, 2009
Biografia de Francisco de Assis, ditada ao seu irmão
"Quando Clara se ausentou, Francisco disse:
- Não te admires do que vou dizer-te, irmão Leão, e escreve: Oh a mulher... é o mistério mais excelso da terra. Elas sentem o cheiro da morte, irmão Leão. As mulheres nasceram para dar vida, e onda ronda a morte, do corpo ou da alma, dos fundos mais primitivos elas tiram energias para se defenderem como feras. Sem a mulher, a Vida extinguir-se-ia. A mulher, irmão Leão, está sempre em contacto com a terra e a vida. E não te assustes com o que eu vou dizer: Deus por ser a fonte da vida, está mais perto da mulher, e a mulher mais perto de Deus. Elas, sem o saberem, são um pouco a efígie verdadeira de Deus. Recordo-me da nobre dama, madonna Pica... E agora não te escandalizes como que vou dizer-te e continua a escrever: Desde que conheci os mares profundos da minha mãe, madonna Pica, sinto sempre a tentação de invocar Deus com a palavra Mãe."
Sofia
- Não te admires do que vou dizer-te, irmão Leão, e escreve: Oh a mulher... é o mistério mais excelso da terra. Elas sentem o cheiro da morte, irmão Leão. As mulheres nasceram para dar vida, e onda ronda a morte, do corpo ou da alma, dos fundos mais primitivos elas tiram energias para se defenderem como feras. Sem a mulher, a Vida extinguir-se-ia. A mulher, irmão Leão, está sempre em contacto com a terra e a vida. E não te assustes com o que eu vou dizer: Deus por ser a fonte da vida, está mais perto da mulher, e a mulher mais perto de Deus. Elas, sem o saberem, são um pouco a efígie verdadeira de Deus. Recordo-me da nobre dama, madonna Pica... E agora não te escandalizes como que vou dizer-te e continua a escrever: Desde que conheci os mares profundos da minha mãe, madonna Pica, sinto sempre a tentação de invocar Deus com a palavra Mãe."
Sofia
Friday, September 25, 2009
exclusão social feminino
Quinta-feira, Julho 19, 2007
A reprodução da exclusão social feminina
As relações entre homens e mulheres, ao longo dos séculos, mantêm caráter excludente. São assimiladas de forma bipolarizada, sendo designada à mulher a condição de inferior, que tem sido reproduzida pela maioria dos formadores de opinião e dos que ocupam as esferas de poder na sociedade. Assim, segundo Alambert (1983), Platão, em A República, V livro, desenhava a mulher como reincarnação dos homens covardes e injustos. Aristóteles, em A História Animalium, afirmava que a mulher é fêmea em virtude de certas características: é mais vulnerável à piedade, chora com mais facilidade, é mais afeita à inveja, à lamúria, à injúria, tem menos pudor e menos ambição, é menos digna de confiança, é mais encabulada. Os ideólogos burgueses destacaram sua inclinação natural para o lar e a educação das crianças. Nesse sentido, Rousseau vê a mulher como destinada ao casamento e à maternidade. Kant a considera pouco dotada intelectualmente, caprichosa indiscreta e moralmente fraca. Sua única força é o encanto. Sua virtude é aparente e convencional.
Esses são alguns dos atributos imputados à mulher, que reforçam a base da exclusão do feminino na sociedade e cuja reverssão tem tomado longo tempo das feministas na sua busca por construir conceitos de eqüidade entre os dois sexos, e tentando, dessa forma, tirar a mulher do ambiente propenso à exclusão. Essa iniciativa faz parte de uma guerra no campo das idéias que avança de forma heterogênea nas conjunturas sociais, econômicas, políticas e culturais em diversas partes do planeta.
A reprodução da exclusão social feminina
As relações entre homens e mulheres, ao longo dos séculos, mantêm caráter excludente. São assimiladas de forma bipolarizada, sendo designada à mulher a condição de inferior, que tem sido reproduzida pela maioria dos formadores de opinião e dos que ocupam as esferas de poder na sociedade. Assim, segundo Alambert (1983), Platão, em A República, V livro, desenhava a mulher como reincarnação dos homens covardes e injustos. Aristóteles, em A História Animalium, afirmava que a mulher é fêmea em virtude de certas características: é mais vulnerável à piedade, chora com mais facilidade, é mais afeita à inveja, à lamúria, à injúria, tem menos pudor e menos ambição, é menos digna de confiança, é mais encabulada. Os ideólogos burgueses destacaram sua inclinação natural para o lar e a educação das crianças. Nesse sentido, Rousseau vê a mulher como destinada ao casamento e à maternidade. Kant a considera pouco dotada intelectualmente, caprichosa indiscreta e moralmente fraca. Sua única força é o encanto. Sua virtude é aparente e convencional.
Esses são alguns dos atributos imputados à mulher, que reforçam a base da exclusão do feminino na sociedade e cuja reverssão tem tomado longo tempo das feministas na sua busca por construir conceitos de eqüidade entre os dois sexos, e tentando, dessa forma, tirar a mulher do ambiente propenso à exclusão. Essa iniciativa faz parte de uma guerra no campo das idéias que avança de forma heterogênea nas conjunturas sociais, econômicas, políticas e culturais em diversas partes do planeta.
...a uma princesa desconhecida
Para que ela tivesse um pescoço tão fino
Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule
Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos
Para que a sua espinha fosse tão direita
E ela usasse a cabeça tão erguida
Com uma tão simples claridade sobre a testa
Foram necessárias sucessivas gerações de escravos
De corpo dobrado e grossas mãos pacientes
Servindo sucessivas gerações de príncipes
Ainda um pouco toscos e grosseiros
Ávidos cruéis e fraudulentos
Foi um imenso desperdiçar de gente
Para que ela fosse aquela perfeição
Solitária exilada sem destino
sophia de M. Breyner
Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule
Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos
Para que a sua espinha fosse tão direita
E ela usasse a cabeça tão erguida
Com uma tão simples claridade sobre a testa
Foram necessárias sucessivas gerações de escravos
De corpo dobrado e grossas mãos pacientes
Servindo sucessivas gerações de príncipes
Ainda um pouco toscos e grosseiros
Ávidos cruéis e fraudulentos
Foi um imenso desperdiçar de gente
Para que ela fosse aquela perfeição
Solitária exilada sem destino
sophia de M. Breyner
Thursday, August 6, 2009
It was, he thought, the difference between being dragged into the arena to face a battle to the death and walking into the arena ...
with your head held high. Some people, perhaps, would say that there was little to choose between the two ways, but Dumbledore knew - and so do I, thought Harry, with a rush of fierce pride, and so did my parents - that there was all the difference in the world. ~J.K. Rowling, "Horcruxes," Harry Potter and the Half-Blood Prince, 2005
Bem, voltei à adolescência (tardia) e às horas seguidas em que consumia linhas e mais linhas de letras, página após página, galgando às centenas de cada vez até longas horas da noite.
voltei curiosamente quando precisava de escapar para um outro mundo, fugir mais não seja da minha realidade e de mim própria. e deu-se o Fantástico.
Voltei a pegar no Harry Potter. quando mais nova li os livros todos até determinado volume pois a demora do seguinte, fez-me entrar em ressaca, o que se seguiu de abstinência e deu-se a desabituação daquele mundo.
Anos mais tarde, ao lembar da sensação de como por um passe de mágica saltar para o outro lado do espelho e viver emoções várias, apeteceu-me.
Quando acabei o 6º volume pús-me à procura do sétimo e último estandarte das aventuras deste feiticeiro contra um mal supremo.
Acabei o livro e fiquei de rastos, em termos emocionais. Aí então e não encontrando o livro seguinte que me daria alguma paz, adquiri o "A conquista da felicidade" de Bertrand Russel.
Andava de ratsos com a frieza e racionalidade da minha vida. Virei-me para o emocionante mundo de Hogwarths. Quando sentimento começou a piar mais fininho, deu-se então um lampejo e tornei a fugir para a racionalidade fria.
Finalmente comprei o último livro do harry potter. e está quase a acabar, o que me traz tristeza pois encontrava-me em horas perdidas de mim que me revitalizavam. Mas algo ficou, parecendo que por outro lado, retomei um caminho de sempre.
Hajam grandes emoçoes!
mj
Bem, voltei à adolescência (tardia) e às horas seguidas em que consumia linhas e mais linhas de letras, página após página, galgando às centenas de cada vez até longas horas da noite.
voltei curiosamente quando precisava de escapar para um outro mundo, fugir mais não seja da minha realidade e de mim própria. e deu-se o Fantástico.
Voltei a pegar no Harry Potter. quando mais nova li os livros todos até determinado volume pois a demora do seguinte, fez-me entrar em ressaca, o que se seguiu de abstinência e deu-se a desabituação daquele mundo.
Anos mais tarde, ao lembar da sensação de como por um passe de mágica saltar para o outro lado do espelho e viver emoções várias, apeteceu-me.
Quando acabei o 6º volume pús-me à procura do sétimo e último estandarte das aventuras deste feiticeiro contra um mal supremo.
Acabei o livro e fiquei de rastos, em termos emocionais. Aí então e não encontrando o livro seguinte que me daria alguma paz, adquiri o "A conquista da felicidade" de Bertrand Russel.
Andava de ratsos com a frieza e racionalidade da minha vida. Virei-me para o emocionante mundo de Hogwarths. Quando sentimento começou a piar mais fininho, deu-se então um lampejo e tornei a fugir para a racionalidade fria.
Finalmente comprei o último livro do harry potter. e está quase a acabar, o que me traz tristeza pois encontrava-me em horas perdidas de mim que me revitalizavam. Mas algo ficou, parecendo que por outro lado, retomei um caminho de sempre.
Hajam grandes emoçoes!
mj
Wednesday, July 29, 2009
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